
Gustav Mahler (1860 - 1911). A propósito de nada. E de tudo. A segunda metade do século XIX explodiu numa confiança imbatível. A razão poliédrica revela-se então, como nunca: Ciência, Arte, Política, Economia....(no fundo, Filosofia)...e a Música, claro! Movimentos intelectuais, sobretudo estéticos, fervilham na Europa, centro do mundo. Viver sem ir a Paris não é viver, é passar pela vida.
A pintura e a música, mas não só, insinuam-se como supremas afirmações da razão sensível e da modernidade. Filósofos geniais, pintores brilhantes e músicos eternos germinam e pululam na glória desta era civilizacional. O futuro foi o que foi. Sabemo-lo hoje. Provavelmente por isso, ou por causa disso e do seu contrário. Mas são contas de outro rosário....
Como lemos e ouvimos aqui (onde o brilho de dois génios, Mahler e Sinopoli (1946 -2001), nos arrebata) a Sinfonia nº 1 em Ré maior, tradicionalmente conhecida por «Titan», encerra-se carregada de simbolismo que é o de uma época inquieta e que se assume como de transição. «De las tinieblas a la luz», diz-nos o articulista. Concordamos!
A pintura e a música, mas não só, insinuam-se como supremas afirmações da razão sensível e da modernidade. Filósofos geniais, pintores brilhantes e músicos eternos germinam e pululam na glória desta era civilizacional. O futuro foi o que foi. Sabemo-lo hoje. Provavelmente por isso, ou por causa disso e do seu contrário. Mas são contas de outro rosário....
Como lemos e ouvimos aqui (onde o brilho de dois génios, Mahler e Sinopoli (1946 -2001), nos arrebata) a Sinfonia nº 1 em Ré maior, tradicionalmente conhecida por «Titan», encerra-se carregada de simbolismo que é o de uma época inquieta e que se assume como de transição. «De las tinieblas a la luz», diz-nos o articulista. Concordamos!